Errar o mínimo possível

Baseado em que a Doutrina racionalista cristã ensina que devemos procurar errar o mínimo possível, evitando, assim, frustrações e mágoas espirituais futuras, quando nos conscientizamos do erro cometido. Então, para que um cidadão possa ingressar na Doutrina ou trabalhar para ela, é exigido que seja um indivíduo de moral ilibada, que nunca tenha errado, a exemplo dos ilustres e grandes doutrinadores, como os srs. Luiz de Mattos, Antonio Cottas etc.? Como trabalhar pela Doutrina, tratando-se de pessoas que, por motivos outros, já cometeram erros de ordem moral? Não sei se fui clara na minha colocação.

Você foi bastante clara ao colocar a sua questão. Devemos nos lembrar dos ensinamentos de nossa Doutrina. Todos nós, habitantes deste planeta, somos seres em constante evolução. Estamos neste mundo-escola para aperfeiçoar-nos, procurando eliminar imperfeições, aprimorar nossos hábitos e educar-nos intelectual e moralmente. Aqueles que trabalham na Doutrina, como os demais seres, somos todos companheiros de jornada, cada um desenvolvendo sua própria trajetória evolutiva.

A Doutrina não exige de seus militantes a perfeição, pois esta não existe neste mundo. O que ela exige, sim, é a observação da disciplina racionalista cristã, principalmente no desenvolvimento dos trabalhos realizados nas casas racionalistas cristãs. O passado de cada pessoa é apenas um repositório de ensinamentos, de seu próprio interesse. Como é o futuro que conta, e este é construído agora, deve-se reconhecer que o instante mais importante na vida de uma pessoa é o dia de hoje de cada um. Estamos pavimentando hoje o caminho que vamos percorrer amanhã, não é mesmo? 

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